Feira Cultural 2011

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domingo, 1 de janeiro de 2012

Se o nosso trabalho estiver baseado em objetivos que respeitem a fase de desenvolvimento da criança..com certeza nosso trabalho será mais valioso...

Objetivos da Educação Infantil
• Propiciar a criança condições de ampliação de suas experiências e valorização de seu saber, dando-lhe oportunidade de compreender e transformar o mundo e as relações sociais (culturais, políticas, econômicas etc.) em que vive de forma crítica e criativa.
• Favorecer um ambiente rico em estímulos, onde a criança poderá conhecer, viver novas experiências, expressando seus pensamentos, sentimentos e emoções livremente.
• Oportunizar a criança, a vivência de situações que favorecem o desenvolvimento da integração, participação, solidariedade, responsabilidade, criatividade e convivência, onde a criança possa crescer na sua autoconfiança e autonomia, na capacidade de adquirir e criar conhecimentos e enfrentar as dificuldades que se lhe apresentam, através da organização de um ambiente educativo, democrático e igualitário.
• Assegurar o envolvimento, a participação da comunidade no processo educativo, ser um centro animador e integrador das pessoas, lutas e movimentos existentes na comunidade.

OBJETIVOS E CONTEÚDOS




 
 


A nível geral podemos dizer que o que sugerimos nesta "Proposta pedagógica" atendem três dimensões diferentes, mas, profundamente interligadas, no trabalho educativo com a criança do pré-escolar.
• Atender às necessidades próprias da criança com que trabalhamos.
• Desenvolver integralmente as potencialidades da criança enquanto pessoa, segundo o projeto político desta proposta.
• Introduzir a criança à experiência sistemática da reflexão e construção do conhecimento.
Desta forma, tentamos organizar os conteúdos de maneira que possam ser trabalhados com crianças de 3 meses a 4 anos, aproximadamente. A divisão por faixa de idade foi uma forma de organizar os conteúdos de maneira crescente, aumentando as dificuldades de uma etapa para outra e também porque as pré-escolas assim dividem as crianças, em turmas por faixa de idade.

ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO INDICADAS POR JEAN PIAGET


As idades aqui colocadas seguem etapas de desenvolvimento indicadas por Piaget. É importante clarear que estamos fazendo esta proposta pedagógica com algumas sugestões de conteúdos. Estaremos então, trabalhando com algumas noções que estarão atendendo a um certo nível de desenvolvimento da criança, sem, entretanto, seguir rigidamente à divisão feita por idades.
Um dos aspectos colocados na teoria de Jean Piaget é a importância de permitir que a criança vá alcançando cada uma das etapas do desenvolvimento, dentro do seu próprio tempo , pois o processo é o mais importante (cada criança tem o seu momento).
O objetivo desta proposta de conteúdos é o de ajudar as educadoras a organizarem e planejarem a sua prática diária, mas queremos colocar que a proposta é aberta a contribuições que possam surgir. Outro ponto importante, é que caberá à educadora criar formas para trabalhar estas sugestões de conteúdos, levando em conta as necessidades das crianças.
Quando pensamos nos conteúdos que foram colocados nesta proposta pedagógica, tivemos em primeiro lugar uma preocupação em propor alguns conteúdos, que na prática, sabíamos que podiam ser ensinados às crianças.

Os conteúdos estão agrupados da Seguinte forma:
• Atitudes e Atividades
• Linguagem
• Matemática
• Ciências: biologia, física, química e sociais
• Artes
• Desenvolvimento Afetivo
• Desenvolvimento Social
• Psicomotricidade
• Noções básicas de higiene e saúde física mental

ATITUDES E ATIVIDADES

3 a 6 meses:
• Mudar de posição, deitar de costas, de lado
• Rolar, virar de bruços, de costas, arrastar
• Tocar objetos de tamanhos e formas variadas
• Massagear e estimular a criança tocando-a
• Acompanhar pessoas e objetos com os olhos
• Atirar brinquedos sonoros
• Balançar, ninar
• Dar objetos na mão, coloridos, luminosos
• Discriminar o conhecido ou desconhecido
• Pegar objetos fora do alcance
• Interpretar a linguagem verbal e não verbal da criança
• Repetir sons
• Ouvir músicas
• Manter a mesma pessoa para estabelecimento de vínculo afetivo
• Falar com a criança, sorrir, acariciar
• Passear e perceber outros ambientes
• Mover simultaneamente os braços e pernas da criança (esse exercício vai ajudá-la a ter mais força e controle)
• Fazer carinhos na criança para que relaxe os músculos e se sinta amada
• Acariciar as costas, isso fortalece os músculos e acalma a criança
• Mostrar objetos que a rodeiam e que ela pode seguir com os olhos
• Brincar com objetos, a brincadeira é importante para que a criança comece a conhecer as coisas
• Dar mamadeira com a criança no colo sempre que for possível
6 a 9 meses:
• Deixar a criança em um espaço sem obstáculos (para engatinhar)
• Colocar obstáculos (almofadas) no espaço para dificultar o trajeto
• Brincar com a criança de esconder o rosto
• Tocar objetos sonoros (sinos, chocalhos) para que a criança os localize
• Imitar sons e gestos
• Deixar a criança segurar objetos
• Brincar de arrastar, passar de deitado para assentado, assentar
• Engatinhar, trocar de posição
• Erguer-se com apoio
• Brincar com as mãos e pés
• Explorar a luz, sons, o paladar, os cheiros
• Explorar o meio ambiente: arrastar, rolar, engatinhar, girar, ter contato com locais e objetos de texturas diversas
• Brincar de esconde-esconde
• Imitar ações e objetos
• Reconhecer o próprio nome
• Imitar sons
• Entender o "dá", "não", "vem"
• Passear ao ar livre
• Segurar a mamadeira
• Favorecer a mastigação
• Conhecer pessoas diferentes
9 a 12 meses:
• Brincar de andar, correr, saltar, girar, descer, alcançar
• Desenvolver o pegar com pequenos objetos Empurrar e puxar
• Empurrar e puxar objetos
• Rasgar e amassar papel
• Entender ordens simples
• Imitar sons, repetir palavras
• Ouvir e cantar
• Mostrar as partes de corpo
• Usar copo e colher
• Lavar as mãos
• Conviver com crianças maiores
• Explorar a luz, sons, paladar, cheiro
• Explorar o meio ambiente, rolar, arrastar, engatinhar, girar, andar, ter contato com os locais e objetos de texturas diversas
• Resolver pequenos problemas
• Explorar brinquedos que produzem ações interessantes
• Identificar a si mesma
• Identificar figuras coloridas
• Engatinhar e conhecer o que a rodeia
• Ajudar a criança para que ela possa andar
• Explorar brinquedos de encaixar
13 a 24 meses:
• Rolar no chão e colchão
• Brincar de esconde-esconde
• Correr distâncias variadas
• Empurrar carrinhos, caixas de papelão, etc
• Fazer a criança passar por pequenos obstáculos
• Amassar papel
• Desenhar
• Folhear revistas diversas
• Bater palmas acompanhando canções
• Utilizar lápis de cera e tinta
• Contar pequenas histórias
• Imitar sons e cantar músicas variadas
• Introduzir o piniquinho
• Deixar a criança tentar se vestir e despir
• Facilitar e propiciar o uso da colher nas refeições
• Desenvolver hábitos sociais (jogar beijinhos)
• Utilizar materiais com texturas e formatos variados
• Propiciar à criança a oportunidade de ouvir músicas
• Manipular objetos ou brinquedos, para que a criança atinja um objetivo

PSICOMOTRICIDADE

2 a 3 anos:
• Andar, correr, pular mantendo-se em equilíbrio durante um período de tempo
• Sentar em posição correta
• Deitar, rolar e rastejar-se no chão
• Modelar massinha
• Pegar, enfiar, recortar, encaixar, dobrar, amassar, desamassar papéis em diferentes formas
• Desenhar
• Dançar livremente
• Inventar jogos com bola
• Exercitar com corda
3 a 4 anos:
• Subir e descer escadas alterando os pés com firmeza
• Subir e descer de lugares difíceis
• Saltar
• Agachar, galopar
• Dançar seguindo o modelo
• Abrir e fechar objetos
• Inventar jogos com bola

NOÇÕES BÁSICAS DE HIGIENE E SAÚDE FÍSICA E MENTAL

• Desenvolver nas crianças as noções básicas de higiene e saúde (lavar as mãos, escovar os dentes, manter a escola limpa, usar papel higiênico, usar o sanitário, assoar o nariz, pentear-se)
• Estudar as condições de saúde da escola e da comunidade
• Estudar a questão da poluição do ar, da água, da conservação da natureza (ecologia)
• Formar hábitos alimentares
• Discutir as questões gerais (econômicas, políticas, sociais, culturais), ligadas à saúde e higiene
• Brincar com brinquedos que a criança possa puxar o cordão
• Imitar animais
• Modelar com massinha
• Empurrar e puxar caixas e/ou outros objetos
• Brincar de roda
• Correr distâncias variadas
• Saltar com os dois pés
• Passar por cima, por baixo, entre distância variadas
• Empilhar objetos
• Brincar de bola
• Utilizar cordas e linhas no chão em jogos ao ar livre
• Utilizar saquinhos de areia de tamanho e volumes variados
• Utilizar giz de cera, tinta, argila e massa
• Utilizar jogos de encaixar, enfiar e de construção
• Brincar ao ar livre para que as crianças percebam cheiros variados, bem como forma e textura
• Brincar com a modulação da voz alternada (alta, baixo)
• Perceber pequenas diferenças nas gravuras
• Utilizar o jogo simbólico através da dramatização e imitação (bichos, pessoas, situações)
• Explorar formas e funções dos objetos
• Manipular os blocos lógicos ou materiais que possibilitam agrupamentos e seriações variadas
• Contar histórias
• Trabalhar em rodinha, surpresas, novidades, etc
• Utilizar copo, colher, etc
• Trocar-se, vestir-se, abotoar-se, calçar, pentear-se, etc
• Escovar os dentes após a merenda e almoço
• Desenvolver hábitos sociais (cumprimentar na chegada e despedir-se na saída)
• Trabalhar sons com a boca (estalar, etc)

LINGUAGEM

2 a 3 anos:
• Memorizar músicas, versos, jogos de imitação, etc
• Socializar e descontrair - fase de adaptação
• Fazer e pregar fichas com nomes de objetos existentes na sala
• Propiciar a ação verbal, o aumento do vocabulário, a organização do pensamento e da comunicação
• Vivenciar situações sistemáticas de leitura e escrita
• Criar um ambiente alfabetizador (a criança deverá ter acesso a jornais, revistas, livros, etc)
• Proporcionar condições para o desenvolvimento da criatividade e da expressão artística (pintura, modelagem, recorte, desenho)
• Ouvir, contar e ler histórias
3 a 4 anos:
• Desenhar e escrever do jeito que a criança sabe (escrita espontânea)
• Diferenciar desenhos da escrita
• Montar um ambiente alfabetizador onde a criança poderá ter acesso a diferentes textos escritos (histórias, livros, cartas, receitas, jornais, álbuns, poesias, revista em quadrinhos, etc)
• Propor atividades com os nomes das crianças, fazer crachás com desenho e escrita (observar, conhecer e escrever o próprio nome e as palavras mais detalhadas nos temas.

MATEMÁTICA

3 a 4 anos:
• Conhecer as cores primárias (azul, vermelho, amarelo)
• Ajuntar/separar, abrir/fechar, encaixar os objetos
• Conceituar: maior/menor, grosso/fino, cheio/vazio, áspero/liso, duro/mole, quente/frio, dentro/fora, depressa/devagar, rápido /lento, alto/baixo, leve/pesado, etc
• Ordenar com três elementos
• Trabalhar transformações dos objetos físicos, exemplo: terra + água = barro
• Ordenação em cinco elementos
• Comparar seres e objetos colocando-os em ordem e graduando-os de acordo com suas diferenças, exemplo: do mais claro para o mais escuro
• Trabalhar as horas especiais: recreio e refeição
CIÊNCIAS:

3 a 4 anos:
• Homem/mulher: conhecer suas necessidades (alimentação, vestimenta, etc)
• Identificar as pequenas partes do corpo: tornozelo, dedos, orelhas, pulso, etc
• Observar e identificar as características dos animais: onde vivem, alimentação, etc
• Comparar os animais selvagens e domésticos
• Observar experimentos simples como a germinação (plantar feijão no algodão e na terra)
• Identificar os tipos de plantas: árvores, legumes, folhas, frutos
• Identificar as estações do ano: verão, outono, inverno, primavera
• Explorar as estações, as vestimentas, alimentação, correspondente, etc
CIÊNCIAS2 a 3 anos:
• Observar e identificar o sons produzidos pelo corpo e objetos
• Observar os fenômenos da natureza (nuvem, chuva, vento)
• Observar os astros (sol, lua, estrelas)
• Identificar: dia/noite

3 a 4 anos:
• Identificar dia/noite, claro/escuro
• Fazer experiências com a água em seus variados estados: líquido, sólido(gelo), gasoso
• Reconhecer as diversas fontes de calor: sol, lâmpada, fogão, fogueira, vela, lampião
• Observar fenômenos da natureza: relâmpago, trovão, raio, arco-iris

CIÊNCIAS
2 a 3 anos:
• Fazer experiências com misturas: tinta, cola, água com areia, papel, plástico, madeira, pano
• Misturar tintas (cores primárias: vermelho, amarelo, azul)
3 a 4 anos:
• Identificar e conhecer alimentos: salgado/doce
• Experiências de misturas de líquidos e sólidos

Natureza e Sociedade:

2 a 3 anos:
• Identificar a escola (conhecer o espaço físico da escola
• Identificar as pessoas que trabalham na escola e suas funções
• Conhecer e reconhecer o caminho de casa até a escola (pontos de referência: padaria, posto de gasolina, supermercados, etc)
• Levantar a história da escola
• Imitar sons de veículos
• Mostrar tipos diferentes de moradia
3 a 4 anos:
• Identificar tipos de transportes
• Identificar e conhecer tipos de profissões existentes no bairro
• Trabalhar o lugar onde moram (endereço, rua número e bairro)
• Reconhecer a si próprio como membro de uma família
• Identificar membros da família
• Trabalhar os meios de comunicação: telefone, televisão, rádio, jornais, revista, etc
• Conhecer a existência de diferentes modelos de famílias: alimentação, vestimentas, tipos de trabalho, lazer
DESENVOLVIMENTO AFETIVO

2 a 3 anos:
• Expressar os sentimentos e emoções através da pintura, modelagem, desenho, etc
• Despertar a curiosidade da criança
3 a 4 anos:
• Desenvolver a criatividade (inventando história, dramatizando, fazendo construções, pintando, desenhando, dançando, cantando
DESENVOLVIMENTO SOCIAL

2 a 3 anos:
• Brincar e trabalhar com outras crianças
• Transmitir recados simples
• Conversar com outras crianças e adultos
• Emprestar seus brinquedos e materiais
São idéias.....que devem ser adaptadas a cada realidade, cada meio social, cada cultura.


Fonte:http://pri-educacaoinfantilparaserfeliz.blogspot.com

TRABALHO EM EQUIPE!!!

Para falarmos em trabalho em equipe vamos entender o que significa:




Segundo o dicionário: 
Trabalho:
1. Ato de trabalhar.
2. Qualquer ocupação manual ou intelectual.
3. Esmero, cuidado que se emprega na feitura de uma obra.
4. Obra feita ou que se faz ou está para se fazer.
5. Labutação, lida.
6. O fenómeno da vitalidade dos órgãos. 
Equipe:
(francês équipe)
1. Grupo de pessoas reunidas para uma mesma tarefa ou !ação. 
2. Desp. Grupo de pessoas que praticam a mesma modalidade desportiva e entram juntas 
Segundo a Wikipédia:
Trabalho em equipe ou trabalho de equipe é quando um grupo resolve criar um esforço coletivo para resolver um problema. Possibilita a troca de conhecimento e agilidade no cumprimento de metas e objetivos compartilhados. Na sociedade em que vivemos, o trabalho em equipe é muito importante, pois cada um precisa da ajuda do outro. Exemplo de uma atuação de um trabalho em equipe são os esportes ou atividades, em que times ou seleções jogam umas contras as outras.

SERÁ QUE EXISTE?

Sim. É evidente nos exemplos que encontramos acima que as grandes vitórias vem pelo esforço coletivo. Todavia, sempre escutamos pessoas, senão nós mesmos, relatar a dificuldade de se trabalhar em equipe.
Desde pequenos somos instruídos a trabalhar em equipe nos murais do colégio, e essa aprendizagem é testada na faculdade, na pós-graduação e provavelmente no trabalho. Algum dia, fizemos trabalho em equipe e, algum dia, detestamos trabalhar em equipe. Não podemos deixar que más experiências se tornem maus costumes. 
Um aprendizado sobre o método de realizar um ótimo trabalho em grupos nos é ensinado no livro de Stephen R. Covey, 8 hábitos das pessoas altamente eficazes, a abordagem do livro fala que desenvolver-se pessoalmente é essencial para se desenvolver em grupo. Portanto, para melhorar a realidade de se trabalhar em grupo precisamos entender em qual esfera de participação estamos e melhorar nossas qualidades.

Dependência - É o nível que estão a maioria das pessoas dentro de grupo cheio de conflitos, pois todos estão preocupados com a atividade alheia para se estimular a fazer, tudo é feito aos trancos e barrancos, com pouca diversidade criativa. A dependência é um fator essencial para nossa maturação, mas precisamos nos livrar dela, para chegarmos em plena capacidade de contribuir e dar o nosso melhor no que fazemos - a independência.

Independência - Grupos com pessoas independentes, são grupos que trazem em seu trabalho resultados confusos e dificilmente encontramos um foco, pois todos fizeram o que acreditavam, não o que era de bom senso. O melhor de si, mas não o melhor do grupo. Para chegar no melhor no que se faz é preciso ser independendente, para ser melhor no que se faz em grupo é preciso ser interdependente.

Interdependência - É ser engajado, saber o limite de sua capacidade de contribuir e somar isso com as outras competências do grupo, é uma dependência mútua, onde todos tem iniciativa e estão preocupados com o bem-estar do outro. Os conflitos são de fácil ajuste, pois no final todos sabem que participaram, seja da perda ou do ganho.

Precisamos ser mais sensíveis para entender o que realmente é nossa responsabilidade, ter iniciativa, ajudar a melhorar o todo, respeitar limites, desenvolver nossas atividades com transparência, é o que devemos fazer dentro de um grupo. Quando fazemos nossa parte sabemos o que atrapalha de fato e podemos ajudar o grupo, a nós mesmos.

Que todos sejamos interdenpendentes, ou seja, inteligentes.

Conheça os 10 principais erros no trabalho em equipe
Veja o que deve ser evitado na hora de atuar em grupo

Cada vez mais o mercado de trabalho exige dos profissionais excelência em comunicação e facilidade para trabalhar em equipe. Ocorre que em boa parte dos casos o sucesso no desempenho dessas tarefas esbarra na falta de bom-senso e de limites entre o que pode ou não ser feito e dito para os colegas da empresa. O Universia conversou com especialistas de carreira que listaram algumas atitudes imperdoáveis no relacionamento diário de uma equipe. Elas poderão ajudá-lo a não sofrer as conseqüências de uma piada fora de hora ou do mau-humor de um membro da turma.
Fazer fofoca de colegas ausentes
"Falar dos outros é sempre delicado. Portanto, se você tem algo a dizer para seu colega diga diretamente a ele. Desta forma, evita que o comentário seja mal interpretado e retransmitido por outros funcionários. Ao fazer uma crítica diretamente ao colega em questão você evita que seu comentário chegue distorcido aos ouvidos dele, o que pode gerar conflitos. Além disso, falar pelas costas e comentar sobre a vida alheia é uma atitude mal vista".
Paulo de Castro Braune - Diretor Geral da Braune Educação Empresarial.
Rejeitar o trabalho em equipe
"Hoje, independentemente de seu cargo, é preciso saber trabalhar em equipe, já que bons resultados dificilmente nascem de ações individuais. No ambiente corporativo, uns dependem dos outros. Se o funcionário não estiver disposto a colaborar com os colegas, certamente será um elo quebrado. Com isso, o grupo/equipe não chegará ao resultado desejado. Ser resistente ao trabalho em equipe é um revés grave. Sem essa abertura, dificilmente o colaborador conseguirá obter sucesso".
Ricardo Dreves - Diretor da consultoria em RH Dreves e Associados.
Ser antipático (a)
"A empatia é muito útil no ambiente de trabalho. Você deve ser leal, cortês, amigo e humilde. Falar bom dia e cumprimentar os outros são atitudes que demonstram educação e respeito pelos demais. O fato do trabalho exigir concentração do colaborador não significa que ele não possa ser cordial e abrir um espaço na agenda para ajudar os companheiros de equipe".
Marcelo Abrileri - presidente do site de empregos Curriculum.
Deixar conflitos pendentes
"Conflitos acumulados podem se agravar. Qualquer tipo de problema referente ao trabalho, dúvida sobre decisões, responsabilidades que não foram bem entendidas, alguém que ficou magoado com outro por algum motivo, enfim, qualquer tipo de desconforto deve ser esclarecido para evitar a discórdia no ambiente. O funcionário deve conversar para resolver o assunto, caso contrário, isso poderá gerar antipatia, fofoca com outros colaboradores e um clima péssimo para toda a equipe".
Beatriz Maria Braga Lacombe - professora de gestão de pessoas da FGV (Fundação Getúlio Vargas), em São Paulo
Ficar de cara fechada
"Ter um companheiro de equipe com bom humor anima o ambiente de trabalho, enquanto que topar um colega mal-humorado causa desconforto do início ao fim do expediente. Esta postura gera desgastes desnecessários, pois além de deixar toda uma equipe desmotivada ainda atrapalha a produtividade. Pessoas mal-humoradas geralmente não toleram brincadeiras. Com isso, automaticamente são excluídas da equipe, o que não é saudável. Por essa razão, manter o bom humor no trabalho é fundamental para cultivar bons relacionamentos".
Julia Alonso - Sócia diretora da Só Talentos RH, recrutamento e seleção de estagiários e trainees.
Deixar de cultivar relacionamentos
"Os melhores empregos não estão nos jornais e nem nos classificados. A partir do seu relacionamento interpessoal no trabalho é que conseguirá construir uma rede de contatos (networking) que servirá, no futuro, para encaminhá-lo às melhores oportunidades. É importante mostrar dinamismo, ser cooperativo no trabalho e nunca fechar as portas pelos lugares onde passar".
Sheila Madrid Saad - professora de Recursos Humanos e Comportamento Organizacional da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Não ouvir os colegas
"É importante escutar a todos, mesmo aqueles que têm menos experiência. Isso estimula a participação e a receptividade de novas idéias e soluções. Questionar com um ar de superioridade as opiniões colocadas numa reunião não só intimida quem está expondo a idéia, como passa uma imagem de que você é hostil. É necessário refletir sobre o que está sendo dito, não apenas ouvir e descartar a idéia de antemão por considerá-la inútil".
Cristiane Leão - analista de desenvolvimento de recursos humanos da Fundação Mudes - São Paulo.
Não respeitar a diversidade
"Todas as diferenças devem ser respeitadas entre os membros de uma equipe. Não é aceitável na nossa sociedade alguém que não queira contato com outro indivíduo apenas por ele ser diferente. Ao passo que o funcionário aceita a diversidade, ele amplia as possibilidades de atuação, seja dentro da organização ou com um novo cliente. Além disso, o respeito e o tratamento justo são valores do mundo globalizado que deveriam estar no DNA de todos. Sem eles, o colaborador atrapalha o relacionamento das equipes, invade limites dos colegas e a natureza do outro".
Nelci Maria de Mello - gerente de recrutamento e seleção da empresa Dupont - companhia científica, com atuação no setor químico.
Apontar o erro do outro
"A perfeição não é virtude de ninguém. Antes de apontar o erro do outro, deve-se analisar a sua própria conduta e sua responsabilidade para o insucesso de um trabalho ou projeto. É melhor ajudar a solucionar um problema do que criar outro maior em cima de algo que já deu errado. Lembre-se: errar é humano e o julgamento não cabe no ambiente de trabalho. No futuro, o erro apontado pode ser o seu".
Doutor Helio Roberto Deliberador - professor do Departamento de Psicologia Social da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).
Ficar nervoso (a) com a equipe
"Atritos são inevitáveis no ambiente de trabalho, mas a empatia deve ser colocada em prática nos momentos de tensão entre a equipe para evitar que o problema chegue ao gestor e se torne ainda pior. Cada um tem um tipo de aprendizagem e um ritmo de trabalho, o que não quer dizer que a qualidade da atividade seja melhor ou pior que a sua. O respeito e a maturidade profissional devem falar mais alto do que o nervosismo. Equilíbrio emocional e uma conduta educada são importantes tanto para a empresa como para o profissional".
Gláucia Santos - consultora de recursos humanos da Catho on-line.
Extraido do site: http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?id=16011

Juntos ESCOLA X FAMÍLIA, venceremos os desafios da aprendizagem!!!!

sábado, 31 de dezembro de 2011

Vinte passos para combater a indisciplina com alunos






1 - Estabeleça regras claras
2 - Faça com que seus alunos as compreendam
3 - Determine uma sanção para a quebra das mesmas
4 - Determine uma recompensa para seu cumprimento
5 - Peça apoio de seus colegas de equipe
6 - Estabeleça estratégias em conjunto com a equipe; os alunos precisam perceber a hegemonia das atitudes
7 - Respeite seus alunos
8 - Ouça-os
9 - Responda ao que lhe for perguntado com educação e paciência
10 - Elogie boas condutas
11 - Seja claro e objetivo em suas intervenções
12 - Deixe claro que o que é errado é o comportamento, não o aluno
13 - Seja coerente em suas expectativas
14 - Reconheça os sentimentos de seus alunos e respeite-os
15 - Não lhes diga o que fazer; permita que cheguem às suas próprias conclusões
16 - Não descarregue a sua metralhadora de mágoas em cima deles
17 - Encoraje sempre
18 - Acredite no potencial de cada um e no seu
19 - Trabalhe crenças negativas transformando-as em positivas
20 - Seja afetuoso(a)

Fonte: Manual do Professor. Revista Profissão Mestre, n108 set. 2008. p.38