Feira Cultural 2011

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segunda-feira, 2 de julho de 2012

Muito Bom ! Confira.

Mitos na alimentação e cotidiano infantil



A Parents fez uma pesquisa com aproximadamente 1000 médicos americanos sobre o que é mito na alimentação e cotidiano infantil.

Dê uma olhada na lista e veja se você já acreditou em alguns deles.

  • Dar açúcar à criança a deixa hiperativa.
  • A ferida vai cicatrizar mais devagar se vc tampá-la.
  • Se a criança estiver com diarreia leve, sem vômitos, não dar derivados de leite.
  • Tomar vitama C quando a criança está gripada ajuda a melhorar o resfriado.
  • Ouvir Mozart fará seu filho mais inteligente.
  • Ler no escuro pode causar problemas de visão.
  • Tomar bebidas com cafeína atrapalha o crescimento das crianças.
  • Colocar farinha de arroz no leite ajuda a criança a dormir melhor.
  • Comer cenoura melhora a visão da criança.
  • Fonte: Blog da Revista Travessura.
Nas férias precisamos gastar as energias das nossas crianças e uma ótima opção é levá-las ao parquinho, mas cuidado! Leia com atenção o artigo abaixo:

Areias contaminadas em parquinhos



Alguns alunos de BH passaram mal depois de brincarem nos parquinhos das respectivas instituições e concluiu-se que os problemas de saúde das crianças (alergia, infecção e até contaminação visual por bactérias) vinham da contaminação da areia presente neste lugares.

Segundo o químico entrevistado pelo jornal Estado de Minas, não basta apenas lavar a areia com cloro, como algumas unidades fazem, uma vez por mês. “É necessária uma composição mais complexa e atóxica, claro, com ovicida, larvicida e fungicida. Após a descontaminação a areia fica segura por cerca de seis meses”.

Areia contaminada pode trazer riscos graves à saúde das crianças. São pombos, gatos e outros animais que podem contribuir para essa contaminação por causa das fezes.

Imagina como deve estar a areia dos parquinhos que não estão em um espaço privado? Que fique o alerta aos pais.
Fonte: Blog da Revista Travessura.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

 Dentes de leite – como mantê-los saudáveis?

 
Os dentes de leite fazem a sua aparição por volta dos seis meses e dão lugar aos dentes definitivos cerca dos seis anos. Apesar de serem um curto episódio na “história” da nossa vida, devem ser cuidados, uma vez que o seu estado de conservação vai influenciar a saúde dos dentes definitivos. Se os dentes de leite de uma criança estiverem cariados existe um risco real de virem a contaminar, desde o início, os dentes definitivos, enfraquecendo o seu esmalte, ainda frágil durante os primeiros tempos de actividade.
Veja quais os cuidados a ter para que a criança possua sempre dentes saudáveis.


1. Escovar os dentes

A existência de bactérias na cavidade bucal é uma situação perfeitamente normal. Porém, quando o número de bactérias de torna excessivo, quebra-se o equilíbrio existente e podem surgir cáries. A principal causa deste desequilíbrio é a falta de higiene oral.

Para prevenir o aparecimento de cáries, entre os seis e os doze meses, a mãe deve limpar os dentes da criança com uma compressa. A partir desta idade, regra geral, a criança já consegue manusear a sua própria escova de dentes (sem usar dentífrico). A partir dos 24 meses a criança já consegue usar pequenas quantidades de dentífrico sem o engolir e, pouco a pouco, deve ser-lhe incutido o hábito de escovar os dentes depois das refeições.
Atenção: Boa parte dos medicamentos destinados às crianças são açucarados, pelo que devem ser administrados antes da lavagem dos dentes.


2. Fornecer um suplemento de flúor

Os suplementos em flúor estão disponíveis em comprimidos ou em gotas. Podem ser dados à criança desde o nascimento do primeiro dente até cerca da altura em que a criança começa a ter uma alimentação semelhante à dos adultos (catorze meses).
Se as águas do concelho não forem (como acontece frequentemente) enriquecidas com flúor, é aconselhável manter o suplemento de flúor até à adolescência.


3. Uma alimentação anti-cárie

Os açúcares contidos nos alimentos são os principais responsáveis pelas primeiras cáries. As bactérias que normalmente habitam a cavidade bucal transformam estes açúcares em ácidos. Estes ácidos criam cavidades nas quais elas se instalam e continuam o seu trabalho de destruição.
Para eliminar este risco há que fazer uma alimentação diversificada, pobre em alimentos ricos em açúcares. É também muito importante definir horários concretos para as refeições, proibindo o consumo de alimentos (ou seja, chocolates, rebuçados, gomas e outros alimentos desta natureza) fora das refeições. Porquê? Porque nestas ocasiões a saliva, que contém enzimas que “partem” as moléculas de açúcar, está menos activa. Logo, estas moléculas estão muito mais disponíveis para serem transformadas em ácidos pelas bactérias. É também importante não exagerar na quantidade de alimentos picados que a criança (já com uma dentição eficiente) consome.


Conhece a “cárie do biberão”?

Este problema pode atingir todos os dentes dos bebés, excepto os caninos e os incisivos inferiores. Deve-se a uma exposição excessiva aos açúcares e tem origem nos biberões com água açucarada, sumos de frutas, leites aromatizados, bem como nas tetinas embebidas em mel. Para não ter enfrentar este problema, não dê bebidas açucaradas à criança e não a deixe usar o biberão como chupeta.


Farmácia Saúde, Agosto/Setembro 1999 (adaptado)


sábado, 14 de janeiro de 2012





Conselhos de Segurança para os Tempos Livres das Crianças:Quando chegam as férias escolares ou nos seus momentos de lazer, ainda é habitual ver crianças que vão brincar para a rua, quintais e campos.
Não tem mal nenhum, se for uma zona segura, com pouco movimento e com facilidade de controlo por parte dos adultos.

Brincar livremente, mexer-se, interagir com os outros e viver "aventuras" são factores essenciais ao crescimento saudável.
Contudo, há vários conselhos que, se forem respeitados, garantem maior segurança.



  • É melhor que as crianças brinquem em grupo ou, pelo menos, com outro amigo (conhecido dos adultos).







  • As crianças devem habituar-se a dizer para onde vão, se decidirem deslocar-se do local onde estão a brincar.







  • É de evitar brincar na rua. É sempre perigoso, mesmo que o movimento seja extremamente reduzido.







  • As crianças devem ser alertadas para as brincadeiras e os objectos perigosos (fogo, fósforos, plásticos, líquidos e objectos desconhecidos, charcos e lagos, etc.).
    Os adultos devem explicar por que são perigosos, quais as consequências que pode haver e não apenas proibir.







  • Devem alertar-se as crianças para os perigos de janelas e locais altos (quedas), ruas e automóveis (ir atrás de bolas, por exemplo) e locais desconhecidos.







  • Devem ser ensinadas e respeitadas (pelo exemplo) as regras de atravessar ruas, os semáforos e restante sinalização, etc.







  • Devem ser dadas indicações fáceis e claras sobre como agir em caso de acidente ou se a criança se perder.







  • Ao andar de transportes e/ou nos locais públicos, as crianças não deverão ter valores à vista (relógio, telemóvel, carteira, fios, pulseiras, etc.).







  • As crianças devem ser habituadas e ter a oportunidade de contar (sem medo) aos pais os acontecimentos estranhos que viram e encontros com desconhecidos.







  • São de evitar (e explicar porquê) locais pouco iluminados ou mal frequentados.







  • As crianças devem ter sempre consigo um valor mínimo em dinheiro para poder fazer um telefonema. Do mesmo modo deve garantir-se que conhecem os seus números de contacto (telefones) de cor.
  • domingo, 8 de janeiro de 2012

    Cuidados a ter no Verão - Segurança na praia 



    Apesar de divertida, a praia esconde alguns perigos contra os quais devemos estar alerta. E os cuidados a ter para evitar esses perigos devem ser sempre respeitados.
    Mesmo que os pais não estejam perto da sua criança, continua a ser sua responsabilidade protegê-la e educá-la, alertando-a para esses perigos.

    Ficam aqui, então, alguns conselhos que podem valer tanto para os adultos como para os mais pequenos.



    Sol

    Apesar de nosso amigo, o sol pode ser muito "falso" se não soubermos lidar com ele. Por essa razão, devem evitar-se as horas em que a sua radiação é mais perigosa, ou seja, entre as 11h30 e as 16h30 (pela hora de Verão portuguesa).

    Depois de um longo Inverno, o nosso corpo precisa de fazer uma habituação progressiva ao sol. Nos primeiros dias de praia, as crianças devem estar protegidas com uma camisola de algodão, usar chapéu (preferível ao boné, porque protege as orelhas) e calção ou fato de banho.
    Ao contrário do que se possa pensar, esta roupa deve ser mantida seca, para não se colar ao corpo e perder as propriedades de protecção contra o sol.

    Os perigos de queimaduras pelo sol aumentam ou diminuem conforme o tipo de pele. No entanto, deve usar-se sempre um filtro solar com o índice de factor de protecção adequado.

    Para produzir os devidos efeitos, a primeira aplicação de protector solar deve ser feita cerca de meia hora antes da exposição ao sol e repetida regularmente (de hora a hora, cada vez que se sai do banho ou se transpira em demasia).

    Não se esqueça de proteger o peito dos pés, as costas das mãos, as orelhas, o nariz, os lábios e a área em redor dos olhos. Além de serem zonas sensíveis, também se queimam!

    Aplique o filtro solar mesmo que a criança esteja à sombra de um chapéu-de-sol ou de um toldo. Além de não impedirem totalmente a passagem dos raios solares, a luz reflectida na areia pode ser suficiente para provocar uma queimadura.


    Alimentação e banhos

    O melhor "lanche" para levar para a praia são os legumes (em salada, por exemplo), frutos, água e sumos naturais, uma vez que são ricos em caroteno, que ajuda a pele a defender-se da agressão das radiações solares.

    Por outro lado, são alimentos leves que permitem uma melhor digestão. Quando o calor é em demasia, a digestão torna-se mais lenta e pode provocar indisposição.

    Já agora, falemos do tempo de digestão. Tenha atenção às horas a que a criança come e aquelas a que pode ir à água. Não se esqueça que a digestão é sempre de duas horas e meia, quer seja uma feijoada ou uma simples sandes!

    Há muitos cuidados a ter ao ir à água. Se estiver demasiado fria deve-se ensinar a criança a não entrar nela de repente. O choque térmico pode ser fatal (pode provocar desmaios, paragem cardíaca, etc.).

    Durante o dia, as brincadeiras podem fazer com que nos esqueçamos de algo essencial: a hidratação. E por hidratação não entendemos o tomar banho na água, nem o filtro solar de protecção. Hidratação é beber água!

    Por vezes, não é só a água que está poluída. A própria areia nem sempre está limpa. Para evitar irritações e infecções na pele, não deixe a criança a brincar nua.

    E se não gostamos de uma praia suja, o melhor é contribuirmos para a sua limpeza. É preciso não deitar lixo para o chão (nada de enterrar coisas discretamente...) e ensinar a criança a fazer o mesmo. O melhor é levar sempre um saco de plástico para trazer da praia todo o lixo que fazemos (e quem sabe até mais algum que lá esteja - mas sem lhe tocar directamente!).

    Mais uma coisa; as nossas necessidades fisiológicas não devem ser feitas nem na água nem na areia. Por muito grande que o mar seja, não consegue filtrar tudo e a areia fica poluída até com menos do que isso. Em todas as praias com concessionário há casas-de-banho, o melhor é ir lá.


    Ir ao mar em segurança

    Quem sabe realmente tudo sobre a segurança na praia é o nadador-salvador. É ele que decide qual a bandeira que coloca consoante o estado do mar, é ele que dá orientações aos banhistas e é também ele que tem os conhecimentos mais aprofundados sobre os perigos da praia.

    Assim, deve-se ensinar a criança a respeitar o nadador-salvador e o significado das bandeiras que estão na praia. Para que não hajam dúvidas aqui estão elas:
    - Bandeira vermelha - o mar está muito bravo pelo que não se deve entrar na água.
    - Bandeira amarela - pode-se tomar banho, mas não se pode nadar nem ir para fora de pé. E é preciso ter mais cuidado.
    - Bandeira verde - o mar está calmo, pode-se nadar mas não vale a pena arriscar a vida. Quem sabe nadar não se deve afastar da costa, deve nadar paralelamente a ela.


    Depois da exposição ao sol

    Aplique sempre um creme hidratante que ajude a pele a restabelecer o seu equilíbrio e a descansar após um dia de exposição ao sol.

    Examine frequentemente a pele das crianças para verificar o aparecimento ou alteração de sinais existentes. Aliás, os sinais, cicatrizes ou marcas de nascença precisam de um cuidado especial, pelo que nesses locais deve ser usado um factor de protecção mais elevado.

    Se, mesmo assim, houver uma queimadura, é aconselhável ficar um ou dois dias sem apanhar sol até a pele "acalmar". A aplicação de compressas de leite frio pode aliviar e, mais uma vez, a hidratação da pele com um creme é fundamental.

    É muito importante beber líquidos (água, leite, chá e sumos naturais) em grande quantidade, não demasiado doces e à temperatura ambiente.

    Caso a queimadura seja grave, consulte um médico. Não se esqueça também do perigo de insolação.


    FONTE:http:// http://www.educacao.te.pt/


    sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

    Cuidados especiais



    Mochila: tire esse peso das costas

    Dores na coluna é um problema facilmente encontrado entre as pessoas. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que 85% das pessoas têm, tiveram ou terão um dia dores nas costas provocadas por problemas de coluna.
    Sabia que essa dor pode estar relacionada ao peso da mochila que a pessoa usou na época da escola? E sabia que seu filho pode ser o próximo a sofrer dores em um futuro não tão distante?
    Existe uma relação bem forte entre o excesso de peso na mochila com alterações e dores na coluna e alterações na marcha (caminhar). Médicos indicam que o peso da mochila deve ser 10% o peso da criança. Se a criança tem 30 quilos, sua mochila deve pesar 3 quilos. Mas essa não é uma realidade que não se vê entre os escolares da rede pública e particular.
    O excesso de peso nas mochilas é um problema grave que, além de dores nas costas, tem conseqüências irreversíveis em longo prazo para crianças, como escoliose idiopática infantil, que mesmo sendo congênita pode ser agravada por estes maus hábitos, além de cifose, hiperlordose da coluna lombar, da artrose precoce e má postura.
    Uma situação menos provável, mas que pode acontecer, é as mochilas pesadas lesionarem as placas de crescimento dos ossos. Neste caso, como as crianças estão em fase de crescimento, isso faz com que os pequenos deixem de crescer.

    Como solucionar o tema “mochila”?

     - Essa questão tem que ser resolvida pelos alunos, pais e escola. Cada um fazendo um pouco, o peso das mochilas pode diminuir, e muito. Aos pais cabe a fiscalização. Verificar as mochilas para observar se os pequenos estão levando utensílios inúteis e discutir com a escola maneiras para que essa mochila fique mais leve, como a utilização de armários para crianças deixarem algum material no próprio local de ensino.
    As escolas podem formar o horário dos alunos levando em conta não somente a disponibilidade dos professores, como também a quantidade de matérias que cada série terá por dia. Quanto menos matérias ao dia, menor será a quantidade de material que o aluno levará para a escola.

    Rodas nelas!

    - Mas os cuidados maiores ficam mesmo para as crianças. Uma boa medida são as mochilas de rodinha. A atenção fica para a altura da alça: a criança tem que ficar com a coluna retinha e não curvada para alcançá-la, pois uma alça mal regulada sobrecarrega o quadril e joelhos, o que pode causar inflamações e dor no crescimento.
    A mochila carregada nas costas deve ser do tamanho da criança para ajustar-se bem à coluna e sem folga. A mochila solta pode puxar o corpo para trás e forçar os músculos, além de fazer a criança curvar os ombros para facilitar o equilíbrio. O fundo da mochila deve ficar apoiado na curva lombar da coluna. Nunca deve ficar a mais de 10 cm abaixo da região da cintura da criança.
    As alças de ombro devem ser bem acolchoadas. Outro recado fundamental: nunca deixe seu filho levar a mochila numa única alça, isso sobrecarrega apenas um dos ombros. O material deve ser bem distribuído dentro da mochila. Os livros e cadernos mais pesados ficam bem rentes à coluna. Não deixe os materiais soltos na mochila, isso provoca movimentos de desequilíbrio e sobrecarga de impacto.
    Uma parte do peso leve carregado na mão também ajuda a aliviar o peso. A troca de cadernos por fichário, levando apenas folhas novas à escola é outra dica.
    Não esqueça que cuidando da mochila do seu filho você estará garantindo a saúde dele hoje e no futuro. O peso que muitas crianças carregam trazem patologias que com o passar dos anos tornam-se difíceis de tratar. Adotando regras simples podemos evitar um grave problema na fase adulta.

    Dicas
    As crianças gostam de novidades e tudo que está na moda e querem que os amiguinhos vejam. Se a mochila do seu filho já está pesada demais, convença-o para que leve a novidade no outro dia, fazendo surpresas em etapas.
    Muitas crianças acham que é “pagar mico” ir de mochila de rodinhas. Conscientize-a sobre a importância desse instrumento ou garanta que use a mochila de alças adequadamente.
    Lanches e lancheiras devem ser levados fora da mochila para evitar mais peso.


    Bruno Rodrigues.
    FONTE:GUIA DO BEBÊ

    quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

    Fique em dia com a vacinação do seu filho!!!

    Calendário de Vacinação

    A saúde do seu filho em 1º lugar






    O que são vacinas?

    As vacinas são substâncias derivadas ou quimicamente parecidas com o agente que provoca determinada doença. Ao ser vacinado, o sistema imunológico (de defesa) da pessoa identifica a substância e automaticamente reage, promovendo uma ação de proteção com a produção de anticorpos contra aquela doença. Se houver uma infecção, por exemplo, o sistema de defesa já está preparado para agir rapidamente e de maneira eficaz, impedindo o desenvolvimento da doença ou, em alguns casos, contribuindo para que os sintomas sejam mais brandos. Uma vez produzidos, estes anticorpos permanecem ativos e estarão sempre em prontidão caso a pessoa seja atingida pela doença.

    A vacinação é uma das ações de saúde pública mais importante dos últimos tempos. Estima-se que as vacinas impedem, anualmente, cerca de 3 milhões de mortes em todo o mundo.
    Atualmente existem vacinas para diversas doenças, como a Gripe comum, Gripe H1N1, Malária, Poliomielite, Febre amarela, Rubéola, Tétano, HPV, Meningite, entre outras, e para determinados tipos de Alergias.



    Benefícios das vacinas

    • Protegem milhões de pessoas contra a dor, o sofrimento e a incapacitação permanente;
    • Propiciam economia para os indivíduos e para os governos, já que reduzem os custos com campanhas, doenças, medicamentos, cuidados hospitalares e trabalho;
    • Reduzem o uso de medicamentos que combatam os microrganismos, prevenindo a resistência aos antibióticos;
    • Reduzem a velocidade de disseminação da doença;
    • Erradicam doenças.




    Por que meu filho precisa ser vacinado?

    Apesar das defesas que seu bebê ganha através da amamentação, existem doenças que só podem ser combatidas através de vacinas. Portanto, nunca deixe de vacinar seu filho. A vacinação é a melhor maneira de protegê-lo de doenças infecciosas graves ou fatais como, por exemplo, a Poliomielite (Paralisia Infantil), o Sarampo, a Tuberculose, a Hepatite B, a Meningite e a Rubéola.



    Quando devo começar a vacinar meu filho?

    A vacinação deve ser iniciada logo após o nascimento e, de acordo com o
    calendário de vacinação, deve estar sempre em dia. Muitas maternidades vacinam os recém-nascidos contra algumas doenças graves logo nos primeiros dias de vida. Informe-se na maternidade em que você vai ter o seu bebê.



    Meu bebê sentirá alguma coisa durante a aplicação ou terá alguma reação após ser vacinado?

    O choro do seu bebê demonstra perfeitamente a dor sentida pela picada da agulha. E falando sinceramente, essa dor é sentida até por você e pelo papai. Dá uma dor no coração!!!! Mas fique tranquila, a dor é momentânea e tudo passa em alguns minutos. Quanto às reações, a maioria da vacinas as causam, mas isto não é motivo para deixar de vacinar seu filho, pois elas são super importantes para a saúde dele. Converse com o pediatra se surgir alguma dúvida quanto a estas reações.



    Meu bebê precisa de todas as doses de uma determinada vacina?

    Todas a doses de uma vacina devem ser aplicadas, assim como as doses de reforço. Caso uma dose ou um reforço não tenha sido tomada, a vacinação não estará completa e seu filho poderá contrair a doença a qualquer momento, pois não estará imune a ela.



    Onde posso vacinar meu filho?

    As vacinas consideradas obrigatórias, segundo o Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde, podem ser encontradas nos Postos de Saúde e também são aplicadas durante campanhas nacionais, e não custam nada. Já as vacinas opcionais, que ainda não foram adotadas pelo governo, podem ser aplicadas em clínicas particulares e têm preços variados.

    Nos dois casos, é necessário apresentar a carteirinha de vacinação.



    Clique aqui e veja quais são as vacinas que seu fiho deve tomar desde o nascimento até completar 14 anos.