Feira Cultural 2011

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Reciclagem
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segunda-feira, 2 de julho de 2012

Fiquem de olho na alimentação dos seus filhos!

Alimentos que aumentam o sistema imunológico



A infância é cheia de risos e brincadeiras, mas é também um momento de muita coriza e espirros. Sistemas imunológicos imaturos e higiene não tão rígida podem causar "estragos" no corpo de uma criança. Certos tipos de alimentos aumentam a resistência do sistema imunológico, ajudando seu filho a afastar doenças. Conheça esses "milagrosos".

Ômega 3 : Segundo o Dr. William Sears, pediatra nos E.U.A, o ômega 3 atua como estimulante do sistema imunológico, aumentando a atividade dos fagócitos, células brancas do sangue que consomem as bactérias. "Esta é uma notícia boa para o sistema imunológico, que está constantemente sob ataque de bactérias nocivas, causando muitas doenças respiratórias". Alimentos ricos em ômega 3 incluem peixes,ovos, nozes e verduras de folhas escuras.

Probióticos: Estimulam o crescimento de bactérias intestinais que são necessárias para aumentar a resistência do organismo. Você pode dá-los a seus filhos oferecendo diariamente iogurte enriquecido com lactobacilos vivos ou leite fermentado. Você pode também comprá-los em pó e adicionar ao leite ou suco. Como os probióticos não têm gosto perceptível, a criança não notará nada ao tomar.

Frutas: Além de saborosas são também um dos melhores estimulantes do sistema imunológico. As frutas cítricas são ricas em antioxidantes que combatem os radicais livres que enfraquecem o sistema imunológico. Incluir uma variedade de frutas como mirtilos, amoras, morangos, juntamente com as tangerinas e as laranjas, na dieta do seu filho todos os dias.

Verduras e legumes: Uma das coisas mais difíceis para a maioria dos pais é fazer seu filho comer uma variedade de vegetais. Brócolis, cenoura vermelha e amarela e pimentão amarelo contêm beta-caroteno e vitamina C, excelentes para o reforço imunológico.
Fonte: Blog da Revista Travessura.
Outra dica maravilhosa da Revista Travessura.

Acredite: seu filho pode adorar frutas e legumes



Como é difícil fazer o filho comer uma folhinha ingênua de alface sem fazer careta. E quanto mais o tempo passa, pior fica, pois a medida que ele cresce, mais cheio de vontade própria e com pouca disposição para trocar o chocolate por uma fruta. O que fazer então? O site Bebê publicou oito dicas para acabar com o sabor de chatice desses alimentos. Aí vão elas:

1. A feira, ou até mesmo a quitanda da esquina, pode ser um programaço. Mostre ao seu pequeno que há um mundo de cores muito além daquela mesa de balas presente nas festas infantis. Deixe que toquem, que peguem, que peçam para você comprar isso ou aquilo. E, claro, peça ajuda por exemplo, para escolher os tomates mais bonitos.

2. Capriche no colorido e nas formas. Invista na mistura de vegetais de cores diversas e use, se possível, forminhas especiais para cortar legumes. Na idade pré-escolar, a criança se sente atraída por apresentações curiosas dos alimentos. Decore o prato de um jeito bem divertido. Faça uma carinha no sanduíche. Use a criatividade: pedaços de tomate podem transformar almôndegas em "joaninhas".

3. "Dar nomes divertidos aos pratos ajuda a chamar a atenção e a abrir o apetite", ensina a nutricionista Julliana Bonato, de São Paulo, especializada em ensinar bons hábitos alimentarares à criançada. "Você pode anunciar que servirá borboletas enlouquecidas nas flores para colocar no prato um macarrão gravatinha com brócolis", dá a dica.

4. O lanche também é uma oportunidade para comer verduras e legumes. Ora, muitas vezes a gente só pensa nesses vegetais para o cardápio do almoço e o do jantar momentos, por natureza, mais formais, já que a criança deve ficar sentada à mesa por mais tempo, o que nessa idade nem sempre é simples. Que tal oferecer um minicachorro-quente que, em vez de batata palha, tenha cenoura crua ralada? Ou um hambúrguer pequeno com folhas de alface?

5. Nunca, jamais, em tempo algum, camufle os vegetais. É preciso fantasiar, sim, mas sempre jogando limpo à mesa. A velha sopa batida de legumes, por exemplo, pode fazer a criança comer tudinho e deixar sua consciência de adulto mais leve, no entanto ela, coitada, só experimentou o gosto da mistureba gostosa, feita em casa, mas mistureba, sim, senhora. "Para criar um paladar que aprecia vegetais, você precisa apresentar ao pequeno a diversidade de sabores", justifica Julliana Bonato. E por falar nisso...

6. Respeite os gostos da sua criança. Ok, se ela provou uma verdura e não gostou, prepare-a numa próxima refeição de maneira diferente em vez de desistir de primeira. "Se, mesmo assim, depois de testar receitas diferentes, a criança continuar dizendo que não gosta, aí respeite", diz Julliana Bonato. Seu filho tem o direito de adorar abóbora, mas detestar abobrinha. Ele está construindo uma identidade em matéria de paladar e isso é ótimo.

7. Não fale "meu filho não come verdura nem legume" na frente dele. Aos 5 anos, ele não é bobo nem nada. Ao perceber que os pais, de certa maneira, entregaram os pontos, aí mesmo é que poderá recusar com veemência as hortaliças.

8. Dê sempre o bom exemplo. Ah, você achou que a gente não iria repetir essa velha e boa frase, não é mesmo? Impossível. Que estímulo seu filho terá para experimentar um chuchu refogadinho se vive escutando em casa que piadinhas como aquela de que ele é o quarto estado da água?
Com as férias precisamos está atentos a alimentação dos nossos filhos. Confira a dica do Blog da revista Travessura. Muito legal!

Mais cálcio e vitamina D na alimentação das crianças



A Academia Americana de Pediatria publicou novas recomendações sobre o consumo de cálcio e de vitamina D para crianças. Veja aqui o que muda na prática:

Cálcio: O alerta é para os pais de crianças com 3 anos ou mais. O estudo mostra que nessa faixa etária as crianças não tomam a quantidade ideal de leite por dia. A falta de cálcio pode causar uma defasagem de massa óssea e provocar osteoporose no futuro.

Onde encontrar: Se seu filho não gosta de leite, tente oferecer derivados, como iogurte natural batido com uma fruta, queijo branco no lanche da escola ou patê de requeijão com atum, por exemplo.
Consumo por idade
7 meses a 2 anos 3 a 4 porções de 120 mL
2 a 3 anos 5 porções de 120 mL
4 a 6 anos 4 porções de 180 mL

Obs: nesses valores estão inclusos os derivados de leite que seu filho vai consumir também.

Vitamina D
Hoje a indicação é dar uma quantidade equivalente a 200 unidades/dia diariamente (duas gotas) de acetato de retinol e colecalciferol para crianças em aleitamento materno exclusivo ou não até os 18 meses de idade. Principalmente aquelas que não tomam muito sol, como quem mora nas regiões Sul e Sudeste. Já quem vive no Nordeste ou Norte, por exemplo, não precisaria tomar a mesma quantidade. A nova recomendação é o dobro desse valor para essa mesma faixa etária e até 600 unidades/dia para crianças maiores. A longo prazo, a falta dessa vitamina prejudica o armazenamento de cálcio no osso.
Onde encontrar: leite, peixes e castanhas. Mas para que a substância seja absorvida pelo organismo é preciso tomar sol.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Alimentação saudável na escola

No dia a dia, é um desafio preparar alimentos saudáveis que consigam agradar ao paladar das crianças. Mesmo assim, para a merenda escolar, é muito importante pensar em alimentos com a combinação certa de nutrientes, capazes de sustentar a criança durante todo o dia. Todos os lanches a seguir seguem a recomendação básica dos nutricionistas para evitar a obesidade infantil: não ultrapassam as 400 calorias. Mas nem todos são adequados para a alimentação escolar. Veja como o lanche natural é melhor para a saúde da criança e sacia por mais tempo!
Cardápio 1 – Ruim
3 unidades de
biscoito recheado
1 copo de
refrigerante
Total
Calorias142Calorias85Calorias227
Proteínas2gProteínas0gProteínas2g
Carboidratos19gCarboidratos21gCarboidratos40g
Gorduras6,3gGorduras0gGorduras6,3g
Gordura trans1,4gGordura trans0gGordura trans1,4g
Cardápio 1 – Bom
Sanduíche naturalSuco naturalde laranjaTotal
Calorias96Calorias128Calorias224
Proteínas6,4gProteínas1,9gProteínas8,3g
Carboidratos12gCarboidratos27gCarboidratos39g
Gorduras1gGorduras0,8gGorduras1,8g
Gordura trans0gGordura trans0gGordura trans0g
O primeiro cardápio não oferece proteínas de alta qualidade e tem mais açúcar e gordura saturada, além de gordura trans, um fator de risco para doenças do coração. Pelo perfil nutricional dos alimentos, com poucas fibras, é provável que a criança sinta fome em pouco tempo.
A opção saudável traz um sanduíche natural com pão de forma integral, peito de peru e creme vegetal, além de 200 ml de suco de laranja; com praticamente o mesmo número de calorias, esta combinação tem quatro vezes mais proteínas, três vezes menos gorduras e sacia a criança por mais tempo.
Cardápio 2 – Ruim
Salgadinho
de milho
AchocolatadoTotal
Calorias90Calorias185Calorias275
Proteínas1gProteínas3,9gProteínas4,9g
Carboidratos1gCarboidratos32gCarboidratos33g
Gorduras4gGorduras4,7gGorduras8,7g
Gordura trans0gGordura trans0gGordura trans0g
Cardápio 2 – Bom
Salada de frutas
(mamão + maçã)
Bebida à base de soja
sabor chocolate
Total
Calorias65Calorias117Calorias182
Proteínas0gProteínas5,6gProteínas5,6g
Carboidratos17,1gCarboidratos16gCarboidratos33,1g
Gorduras0gGorduras3,3gGorduras3,3g
Gordura trans0gGordura trans0gGordura trans0g
A primeira opção considera uma porção de apenas 20 gramas de salgadinho (enquanto os pacotes pequenos têm cerca de 70g) e uma caixinha de 200ml de achocolatado. Mesmo assim, ela é mais calórica quando comparada a uma porção de salada de frutas e à mesma quantidade de bebida à base de soja. O lanchinho saudável, além de ter menos gordura, vilã do excesso de peso, ainda oferece fibras e proteínas que garantem a sensação de saciedade. “O importante é variar o cardápio sempre pensando nos alimentos nutricionalmente completos”, diz a nutricionista Ana Paula Alves, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, de São Paulo.
Com conteúdo da revista Veja